É necessário ter um plano, mas em ambientes incertos costumamos subestimá-lo. O problema é que confundimos planejamento com futurismo ou projeção da realidade, quando precisamos concentrar em planejar o que é previsível.
No ano que vem, por mais instável que esteja o cenário, muita coisa ainda será igual. E existe uma gama de itens relativamente estáveis que podem e devem ser planejados. Errar no imprevisto é justificável e aceitável, mas errar no previsível pode ser falta de responsabilidade.
Uma boa técnica é separar o que não irá mudar, o que mudará um pouco e o que mudará muito. Ao que não muda, metas claras, ao que mudará um pouco, flexibilidade, e ao que irá mudar muito, contingência. Aí então defina formas e recursos para evitar os danos e aproveitar as oportunidades.
A técnica parece simples, mas exige concentração e sabedoria. Fica a dica!


