Inovar requer perguntas inusitadas

Pensar ‘fora da caixa’ ou pensar diferente para inovar. Você concorda que é um exercício difícil e pouco natural para a maioria de nós? Por que será? A explicação está na nossa formação, no modelo de ensino tradicional que, salvo exceções, privilegia o aluno que tem a resposta correta na ponta da língua.

Fomos formados pela ‘escola das respostas certas’ a ter um pensamento linear e, hoje, nas nossas organizações, percebemos que as soluções inovadoras não vêm através das respostas certas, mas, sim, das perguntas inusitadas.

Segundo Howard Gardner, professor e pesquisador de Harvard, nós temos múltiplas inteligências que vão além da lógico-matemática e da linguística. Umas das inteligências citadas em seus estudos é a interpessoal, ou inteligência social.  E nela cabe a empatia que é a capacidade de entender e perceber o mundo através do ponto de vista do outro.

E o que a inovação tem a ver com isso? Tudo! Quanto mais desenvolvermos nossa inteligência interpessoal e nossa empatia, mais facilmente conseguiremos nos colocar no lugar dos nossos clientes e encontrar soluções que verdadeiramente resolverão seus problemas. A empatia nos faz ultrapassar nossa visão sobre as coisas e ampliar as perspectivas. Quando fazemos isso, começamos a evoluir da fase das respostas certas para as perguntas inusitadas e aí sim conseguiremos pensar fora da na nossa própria caixa.





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