Reforma da Previdência

A nova proposta previdenciária é fundamental para que haja equilíbrio nas contas públicas do Brasil. Há uma estimativa de que o governo economize R$ 1,16 trilhão em 10 anos com as mudanças que estão no Congresso, o que significa queda do Risco Brasil e melhora da solvência do País, índices diretamente ligados ao ingresso de capital estrangeiro ou nacional para investimentos em infraestrutura e tecnologia.

O modelo mais liberal do governo Bolsonaro, somado à expectativa de aprovação da reforma, animou o mercado e já repercutiu na Bolsa de Valores, que vem registrando altas consecutivas. Mas você pode estar se perguntando: ‘E a minha empresa, como será beneficiada pela reforma da Previdência’?

Em tese todas as empresas se beneficiarão, umas mais, outras menos. Num primeiro momento, a retomada da economia será sentida pela indústria e pela Construção Civil, que voltarão a empregar por conta da injeção de recursos para investimentos em infraestrutura.

Com a retomada do consumo, o ganho atinge o Comércio Varejista, que volta a vender e empregar tão logo melhore o poder de compra da população. Outro ponto positivo deste cenário de confiança dos investidores é a flexibilização da política de juros pelo Banco Central, medida que incentiva a tomada de crédito e também auxilia no aquecimento da economia.

Enquanto segue a discussão sobre a reforma da Previdência, o governo planeja injetar aproximadamente R$ 26 bilhões na economia com a liberação do FGTS das contas de trabalhadores. A medida será mais um impulso para a economia, já que o dinheiro deve ser destinado ao pagamento de dívidas e a compras no varejo.

Todas essas análises estão alicerçadas em expectativas, mas tudo indica que se concretizarão em mais emprego e renda nos próximos meses.





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